Hoje peço vênia a vossas excelências. Via de regra eu sou até bem contido quando o assunto são minhas opiniões, mas esse assunto em questão é algo que realmente me incomoda. Então vou tratar dele em velocidade 5 mesmo.
Sai ano e entra ano e toda época de política é a mesma coisas. Irmão não sei o que, Pastor não sei das quantas, Bispo nunca vi mais gordo, todos usando de seu cargo e de sua influencia religiosa para galgar cargos políticos.
Inúmeras vezes eu questionei meus líderes quanto a isso e a maioria acha superimportante termos representatividade no poder, afim de evitarmos problemas com leis que cerceiem nossos direitos e para conseguirmos mais espaço. Bom vamos tratar de duas coisas aqui, primeiro de pessoas assim se candidatarem e depois de usarem seus títulos como nomes de campanha.
Em primeiro lugar eu não acho necessidade nenhuma de ter religiosos em meio a meus representantes, primeiro porque se a história nos mostra uma coisa é que misturar política com o sagrada é uma fria sem tamanho, a Igreja católica teve problemas por séculos até interpor uma separação conveniente. Segundo nós sabemos muito bem como as coisas funcionam e quem freqüenta as casas do poder, não é nem me dizes com quem tu andas e ti direi quem és, nem o não sentes na mesa do escarnecedores, é que sabemos muito bem o que é necessário para se ter maioria em qualquer projeto neste país,  ademais os inúmeros escândalos já provaram que os membros do clérigo não são menos corruptíveis do que quaisquer outros seres humanos. Por fim eu particularmente coloco minha confiança em Deus e sei que através da oração ele sempre vai dar o melhor para o seu povo, até porque todo líder é constituído por Deus, eu humilde que sou tenho fé plena de que a igreja sendo apenas igreja ainda tem mais poder do que qualquer outra instituição terrena para fazer o que quer que seja, não com influencias, mas com joelhos dobrados e muita oração.
Com relação aos títulos usados em campanha é que minha indignação atinge níveis supremos. Basta lembrarmos o caso do “bispo” Rodrigues que entre muitas acusações admitiu que recebeu R$ 150.000.00 para pagar “dívidas de campanha”, no Tocantins tivemos o caso do “Pastor” Amarildo envolto em um mar de lama e tantos outros que tem pipocado mídia a fora envergonhando o povo de Deus. Eu perdi as contas de quantas vezes ao chamar alguém para a igreja ser confrontado com esses escândalos e tantos outros. Eu não deixo que isso afete o evangelismo porque a igreja é de Deus mas feita por homens e homens são falhos, mas seria mentira dizer que não em envergonho das atitudes destas pessoas que querendo eu ou não levam o nome da fé.
Para mim é tudo muito simples, o cara quer se candidatar? Afaste-se das suas atividades, e candidate-se com seu nome, sem cargos. Candidato José da Silva e não Pastor José da Silva.  Os seus princípios não vão mudar só porque você não usou seu posto para se eleger, você pode continuar lutando pelo que você acredita e eu espero que não seja só pela igreja, porque você é eleito para cuidar de povo de forma geral e não de uma parcela específica.
Essa falta de ética não se restringe de forma nenhuma só a igreja evangélica e católica, eu já vi gente de tudo quanto é religião usando sua influencia religosa para galgar carreiras políticas pelo mundo afora. Mas enquanto eu estiver por aqui vou protestar veementemente contra este tipo de coisa.
E você o que pensa a respeito? Deixe sua opinião nos comentários.
Um abraço do amigo,
Rodrigo Melo

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